Com a interrupção temporária da elevação da Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) definiu 2 etapas que terão que ser percorridas até que a flexibilização seja iniciada: (1) um prazo para que seja avaliado se o atual nível da taxa de juros é suficiente para assegurar uma trajetória de convergência da inflação à meta;Continue reading "Aprovação em 2 etapas"
A semana inicia-se com grandes incógnitas, não só no que tange aos desdobramentos da crise no Oriente Médio, mas também quanto aos respectivos impactos da eventual elevação nas cotações do petróleo na inflação internacional e, por sua vez, na trajetória da política monetária a ser conduzida pelos bancos centrais. Surpreendendo parte significativa do mercado, oContinue reading "Sem precipitação"
Com as estimativas de inflação ainda permanecendo distantes da meta e a necessidade de flexibilidade e cautela para as decisões de política monetária, e de modo a evitar uma precipitada antecipação do início do ciclo de cortes, é provável que o Comitê de Política Monetária (Copom) promova uma alta de 0,25 p.p. na taxa SelicContinue reading "Mais 0,25 p.p."
Em maio, enxergando uma menor assimetria no balanço de riscos para a inflação, ainda que mais elevados, o Copom elevou a Selic em 0,50 p.p. para 14,75% a.a.. Contudo, não emitiu sinalização acerca dos próximos passos, pois a combinação entre o elevado grau de incerteza, principalmente por causa do cenário externo desafiador, e a necessidadeContinue reading "Pré-Copom: Junho/2025 – Possível alta residual de 0,25 p.p."
A manutenção das opções de política monetária em aberto e os cuidados com o cenário repleto de incertezas deram contorno a precificação dos ativos no mercado financeiro internacional. Apesar de a inflação corrente ter permitido ao Banco Central Europeu (BCE) reduzir as taxas básicas de juros. Contudo, como o BCE manifestou o seu conforto paraContinue reading "Flexibilidade e cautela"
Diante dos impulsos positivos do mercado de trabalho e do crédito, a atividade continuou mantendo um bom dinamismo, com o PIB crescendo 2,9% em relação ao 1T24 e reiterando os sinais de que a desaceleração será mais lenta do que se esperava. Ainda sem se dimensionar o efetivo impacto da majoração da alíquota de IOFContinue reading "Lenta desaceleração"