O otimismo com os desdobramentos do cenário eleitoral produziu uma redução significativa nos prêmios, com o índice Ibovespa subindo 8,82% na semana e o risco soberano brasileiro recuando -21,95 bps. O real apreciou-se em 4,32%, com o dólar encerrando o período cotado a R$ 4,99 e a taxa real de juros ex-ante registrando uma forteContinue reading "Otimismo reduz fortemente os prêmios"
Com a lenta convergência da inflação à meta e receios acerca da trajetória fiscal nos EUA, os yields dos títulos públicos de longo prazo renovaram as máximas durante a semana. No maior patamar desde 2000, o retorno do T-Note de 10 anos fechou a semana em 5,28% a.a. (+1,1 p.p. no ano) e o T-bondContinue reading "Juros das treasuries sobem mesmo com provável manutenção dos Fed Funds"
A inflação ainda pressionada, desancoragem nas expectativas e assimetria no balanço de riscos, apesar dos sinais mais claros de desaceleração da atividade, demandam uma restrição monetária maior e por mais tempo. O IPCA-15 de setembro veio mais alto do que se esperava, crescendo 0,70% em setembro, com piora nos núcleos, aceleração nos serviços e mudançaContinue reading "Surpresa com IPCA-15 reduz otimismo"
O Copom deu continuidade ao processo de calibração da política monetária, reduzindo a Selic em -0,25 p.p. para 13,75% a.a. e reiterando que o cenário segue permeado por elevada incerteza, o que ainda demanda a manutenção da taxa de juros em patamar restritivo. Apesar de que não haja sinalização explicita dos próximos passos pelo Copom,Continue reading "Apostas em nova queda em novembro"
•O comportamento da inflação e a escalada no preço do petróleo reforçam a perspectiva de endurecimento da política monetária nos EUA. As apostas no mercado praticamente selaram a alta nesta semana de 0,25 p.p. nos Fed Funds. •Já por aqui, com deflação de -0,32% em agosto, a inflação pelo IPCA reduziu-se de 4,44% a.a. emContinue reading "Alta nos Fed Funds e queda na Selic"
O aumento do PIB no 2T26 mostrou uma perda de dinamismo da demanda doméstica, principalmente nos componentes mais sensíveis aos efeitos da política monetária restritiva prolongada, em um quadro de alto nível de endividamento das famílias e empresas. O crescimento do consumo das famílias recuou de 1,2% a.a. no 1T26 para 0,9% a.a. (+3,5% a.a.Continue reading "Perda de dinamismo no consumo"