Com o intuito de corrigir disfuncionalidades, o Banco Central (BC) promoveu intervenções significativas no mercado cambial, aliviando relativamente a deterioração do real. Porém, a moeda fechou a semana depreciando-se em 0,45%, com o dólar sendo cotado a R$ 6,08, mas chegando a alcançar a R$ 6,30. O BC ofertou US$ 15,9 bilhões em venda deContinue reading "Semana de overshooting"
Com uma parte do mercado esperando por um aumento de 0,75 p.p., o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Meta Selic em 1,00 p.p., para 12,25% a.a.. De forma mais surpreendente, o Copom praticou um choque na taxa de juros, sinalizando ainda mais 2 aumentos de mesma magnitude nas próximas reuniões, com oContinue reading "Choque na Selic"
Em meio à deterioração no balanço de riscos para a inflação, refletida principalmente na forte depreciação cambial, na ampliação da desancoragem das expectativas inflacionárias e na piora na composição qualitativa da inflação corrente, consolidaram-se as apostas de mercado em uma elevação maior e duradoura na taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom). No BoletimContinue reading "Ajuste mais intenso na Selic se solidifica"
A ABBC – Associação Brasileira de Bancos projeta um aumento de 0,75 p.p. na Selic na próxima reunião do Copom, que acontecerá entre 10 e 11 de dezembro. Com essa elevação, a taxa básica de juros ficaria em 12% a.a.. A deterioração no balanço de riscos para a inflação, desde a última reunião, refletida principalmenteContinue reading "Pré-Copom – Dezembro/2024 – Intensificação no ritmo de elevação da Selic"
A frustação com as medidas anunciadas pelo Ministério da Fazenda para garantir a sustentabilidade do arcabouço fiscal elevou substancialmente os prêmios de riscos nos mercados de ativos. Descolando das moedas emergentes, o real depreciou-se em 2,83% na semana, com o dólar chegando a alcançar R$ 6,11 em 29/11. A taxa real de juros ex-ante paraContinue reading "Frustração eleva ainda mais os prêmios de risco "
A semana foi marcada pela escalada dos conflitos geopolíticos, resultando em uma maior aversão ao risco. Reforçando a resiliência da economia dos EUA, houve avanço em indicadores da atividade empresarial e da confiança do consumidor. Acrescentando-se os temores com a dinâmica do comércio global com as possíveis medidas protecionistas do novo governo nos EUA, ampliaram-seContinue reading "Elevação da Selic em 0,75 p.p. ganha força"