Os sinais contraditórios emitidos pelas autoridades dos EUA sobre a política econômica e os receios com a manutenção da independência do Federal Reserve (Fed) impactaram negativamente o desempenho do dólar. Em sentido contrário, elevou-se o apetite aos ativos de risco dos demais países. Este movimento beneficiou-se, ainda, do avanço maior do que o esperado doContinue reading "Incerteza e volatilidade persistem"
A semana foi marcada pela disciplina de mercado que, após a taxa de juros implícita do T-Bonds de 30 anos superar momentaneamente a taxa de 5,0% a.a., possivelmente impôs uma trégua nas disputas das tarifas comerciais. Ainda sem impacto das tensões, a inflação corrente nos EUA em março surpreendeu positivamente os analistas de mercado. Contudo,Continue reading "Disciplina de mercado?"
Apesar da divulgação de importantes indicadores na economia internacional, os protagonistas foram o anúncio das tarifas de importação pelos EUA e as represálias pela China. Como consequência disseminou-se o pânico no mercado, com os investidores buscando ativos de maior segurança, o que elevou a volatilidade no mercado e os prêmios de risco dos ativos financeiros.Continue reading "Modo Pânico"
Com a proximidade do anúncio pelos EUA das novas tarifas de importação, a semana exibiu uma elevação na aversão ao risco, com o mercado reagindo às incertezas referentes à dinâmica do comércio mundial e à trajetória da política monetária a ser praticada pelo Federal Reserve (Fed). Se a expressiva alta nas projeções para a inflaçãoContinue reading "Contas externas: Trajetória menos confortável"
Entendendo a estratégia como compatível com a convergência da inflação para o redor da meta, o Comitê de Política Monetária (Copom) cumpriu a sinalização de elevar a Meta Selic em 1,00 p.p., para 14,25% a.a.. Adicionalmente, assinalando as defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, indicou um ajuste de menor magnitude na reuniãoContinue reading "Final próximo"
Com o balanço de riscos apontando uma desancoragem adicional das expectativas, a elevação das projeções de inflação, uma surpresa com o dinamismo da atividade e pressões no mercado de trabalho, o Copom diagnosticou na reunião de janeiro a necessidade de uma política monetária mais contracionista. Ao mesmo tempo sinalizou, caso se confirmasse o cenário esperado,Continue reading "Forward guidance em maio?"