• Com as preocupações acerca dos desdobramentos da alta dos preços de energia na dinâmica inflacionária, o Fed considera a possibilidade de uma elevação na taxa de juros, ratificando as apostas de mercado. Pela FedWatch, a probabilidade de algum aumento no ano subiu de 50,6% em 15/05 para 67,5% em 22/05 (0,8% em 23/04).• NaContinue reading "Fed ratifica apostas de mercado"
•Apregoando serenidade, a ata do Copom não trouxe muitas clarificações acerca do ritmo de calibração da política monetária. O BC reiterou a mudança relevante na dinâmica inflacionária com o conflito no Oriente Médio, notadamente a desancoragem adicional das expectativas. •No Focus, as expectativas inflacionárias de longo prazo exibiram acomodação na margem. Por causa do choqueContinue reading "Acomodação na margem das expectativas de longo prazo"
•Reforçando a necessidade de cautela diante da incerteza acerca da magnitude e perenidade do choque de preços de energia, os principais bancos centrais mantiveram as taxas de juros. •O Copom reduziu a Selic em -0,25 p.p. para 14,50% a.a., reconhecendo que os impactos do choque nos preços do petróleo já se refletem na inflação correnteContinue reading "Incerteza impõe cautela à política monetária"
•Dependentes de dados e da redução das incertezas, as decisões de política monetária dos bancos centrais não deverão trazer surpresas. O Copom prosseguirá em seu ritmo cuidadoso de calibragem da taxa de juros, enquanto o Fed e o BCE optarão pela manutenção. •No mercado de opções, a possibilidade de corte de -0,25 p.p. na SelicContinue reading "Política monetária: semana não deverá trazer surpresas"
•Respondendo ao acordo no Oriente Médio, ainda que frágil, houve na semana uma reprecificação de ativos de maior risco. O preço do barril de petróleo manteve-se abaixo de US$ 100, com alta nos principais índices acionários, enfraquecimento do dólar e queda na taxa de juros internacional. •Impulsionado pelos termos de troca favoráveis e pelo diferencialContinue reading "Acordo frágil alivia o risco"