Com as recentes surpresas positivas na inflação corrente, houve no Boletim Focus um recuo de 0,01 p.p. para 5,01% na projeção do IPCA em 2026. Apesar dos números do Caged abaixo do esperado e a queda no rendimento real na PNAD indicarem sinais de moderação, o mercado de trabalho segue aquecido. Porém, está disseminando aContinue reading "Queda nos juros de curto prazo"
A leitura de que o aumento no volume de recompras de títulos pelo Tesouro dos EUA tenha sido uma intervenção para conter a alta na taxa de juros de longo prazo acrescentou volatilidade aos preços dos ativos financeiros. Porém, com as incertezas com às contas públicas, os rendimentos das treasuries mantiveram-se em níveis elevados naContinue reading "Tesouro dos EUA alimenta a volatilidade"
Mantendo uma postura cautelosa, a ata do Copom reconheceu a moderação da atividade e algum alívio inflacionário, mas em um ambiente de expectativas desancoradas, o que demanda maior restrição e por tempo mais prolongado. Com dados qualitativos positivos e a inflação retornando ao teto da meta, manteve-se a expectativa de um corte residual de -0,25Continue reading "Revisão das recomendações pressiona os prêmios"
•O recrudescimento das tensões no Oriente Médio pressionou as cotações do petróleo, que chegaram a superar US$ 100 o barril, maior patamar desde maio, reacendendo as preocupações com as trajetórias inflacionárias. •Em meio ao choque global de energia, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juros de referência, embora alguns membros não tenhamContinue reading "Cotação do petróleo eleva os juros internacionais"
• Os indicadores de atividade voltaram a mostrar sinais de acomodação, corroborando a expectativa de desaceleração gradual da economia após a forte expansão observada no começo do ano.• Em maio, o índice de atividade econômica do BC (IBC-Br) avançou apenas 0,1%. Confirmando a perda de dinamismo, o crescimento acumulado em 12m desacelerou de 1,6% a.a.Continue reading "Desaceleração gradual"
Abaixo das expectativas e com uma composição mais favorável, o IPCA avançou 0,16% em junho (+0,32% pelo Boletim Focus), reforçando a visão de uma inflação corrente mais comportada no curto prazo. A taxa anualizada desacelerou de 4,72% a.a. em maio para 4,64% a.a.. Ainda assim, o ambiente permanece desafiador diante da expectativa de ocorrência doContinue reading "IPCA fortalece expectativa de corte na Selic"