Indicando acomodação, o PIB do 2T21 reduziu -0,1% em relação ao 1T21, na série com ajuste sazonal, permanecendo próximo do patamar do 4T19. Se os 2 próximos trimestres crescerem 0,5%, 2021 fecha com expansão da ordem de 5,1%. Para o 2º semestre, o setor de serviços deve ser favorecido pelo aumento da mobilidade, mas a inflaçãoContinue reading "Comportamento Semanal – Em acomodação"
Influenciado pela dinâmica dos preços dos alimentos, tarifas de energia elétrica, gás de cozinha e combustíveis, o IPCA-15 subiu 0,89% em agosto (0,72% em jul/21), acelerando a expansão em 12 meses de 8,59% para 9,30%. Antecipando ainda uma possível alteração no valor da bandeira tarifária de energia elétrica, as projeções para o IPCA, segundo oContinue reading "Comportamento Semanal – Expectativas inflacionárias continuam a se ajustar"
Dúvidas crescentes sobre o ritmo de recuperação da economia global, após a divulgação de indicadores da China, preocupações com a propagação acentuada da variante Delta e a sinalização que o processo de redução do volume de compras de ativos pelo Federal Reserve poderá ocorrer até o final do ano aumentaram a aversão ao risco. Esse cenário adverso afetouContinue reading "Comportamento Semanal – Deterioração das condições financeiras"
Com base nas avaliações de conjuntura dos economistas de mercado apresentadas em encontro recente, trazemos nossas reflexões acerca das principais avaliações: •No que se refere à economia internacional, é unânime a percepção de desaceleração da expansão da atividade, principalmente por causa dos impactos da variante delta na Ásia, com desdobramento nas cotações das commodities. A nosso verContinue reading "Pré-Copom: Agosto/2021"
O IPCA de julho acelerou a alta para 8,99% a.a., com o forte avanço das tarifas de energia elétrica, gasolina, gás de cozinha e dos preços administrados. Com a expectativa de um aperto monetário mais duro, a taxa real de juros ex-ante subiu 0,16 p.p., já alcançando 3,39% a.a.. As expectativas inflacionárias para 2022 avançaram 0,06 p.p. para 3,90%, evidenciando oContinue reading "Comportamento Semanal – Retomada perde força"
O Copom elevou a taxa Selic em 1,0 p.p. para 5,25% a.a.. A alta maior do que a sinalizada anteriormente é justificada pelo aumento disseminado da inflação, referendando o caráter não transitório dos choques desfavoráveis, nos componentes inerciais dos índices de preços, na inflação subjacente e núcleos. Processo que pode ser agravado com a recuperaçãoContinue reading "Comportamento Semanal – Acima do patamar neutro"