Diante dos dados, projeções, expectativas de inflação, balanço de riscos e defasagens dos efeitos do aperto da política monetária, o Copom decidiu pela manutenção da meta Selic em 13,75% a.a. na reunião de outubro. No seu entendimento, a manutenção por um período suficientemente prolongado da taxa de juros em patamar significativamente contracionista seria apropriada paraContinue reading "Pré-Copom: Dezembro/2022"
O mercado de ativos internacional apresentou na semana um maior apetite ao risco, após a ata da reunião de política monetária do Federal Reserve sugerir a redução do ritmo do aperto monetário, o que levou à perda de força do dólar. Se os dados mais confortáveis para a inflação nos EUA conferem maior espaço paraContinue reading "Comportamento Semanal – Descolamento persiste"
Após os dados mais fracos da atividade econômica nos EUA, com a queda na produção industrial e as vendas no varejo e a inflação ao produtor (PPI) abaixo da esperada, aumentou-se a probabilidade de que o Federal Reserve diminua o ritmo do aperto monetário. Contudo, essa sinalização não foi ratificada por alguns de seus membrosContinue reading "Comportamento Semanal – Maior volatilidade e risco"
Com a inflação do consumidor (CPI) nos EUA vindo abaixo das expectativas de mercado, elevou-se a probabilidade de que o Federal Reserve reduza o ritmo de alta dos juros na próxima reunião de política monetária e, consequentemente, aumentando o apetite ao risco. Dessa forma, o dólar depreciou-se no mercado de câmbio internacional, houve a quedaContinue reading "Comportamento Semanal – Descolamento na aversão ao risco"
Na ata da sua última reunião, o Copom reconheceu o impacto da política monetária restritiva, com a moderação no ritmo de crescimento da atividade econômica e na recuperação do mercado de trabalho. A inflação corrente segue elevada e as medidas subjacentes em 12 meses encontram-se acima do intervalo da meta. Dentro do horizonte relevante (2T24),Continue reading "Comportamento Semanal – Devagar e longe"
Face à perspectiva de desaceleração do crescimento da atividade econômica, observou-se deterioração dos indicadores de confiança da FGV em outubro, principalmente pela piora nas expectativas futuras. Os setores de serviços e varejo voltaram a ficar em patamar abaixo do considerado neutro. Apesar do maior pessimismo, o mercado de trabalho vem mostrando recuperação consistente, com aContinue reading "Comportamento Semanal – Queda nos indicadores de confiança"