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Pré-Copom: Maio/2025

Em função da deterioração adicional das expectativas de inflação, das projeções inflacionárias elevadas, da resiliência observada na atividade econômica e das pressões no mercado de trabalho, o Comitê de Política Monetária (Copom) deliberou pela elevação da taxa Selic em 1,00 p.p., fixando-a em 14,25% a.a.   O Copom avaliou que tal movimento seria consistente comContinue reading “Pré-Copom: Maio/2025”

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Juros futuros em queda

A possibilidade de que haja negociação nas tarifas impostas ao comércio internacional pelos EUA e a leitura positiva das mensagens dos membros do Federal Reserve (Fed) para a flexibilização monetária propiciaram uma posição mais favorável à tomada de risco. No entanto, os mercados futuros praticamente descartaram a possibilidade de uma redução na taxa de referênciaContinue reading “Juros futuros em queda”

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Incerteza e volatilidade persistem

Os sinais contraditórios emitidos pelas autoridades dos EUA sobre a política econômica e os receios com a manutenção da independência do Federal Reserve (Fed) impactaram negativamente o desempenho do dólar. Em sentido contrário, elevou-se o apetite aos ativos de risco dos demais países. Este movimento beneficiou-se, ainda, do avanço maior do que o esperado doContinue reading “Incerteza e volatilidade persistem”

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Disciplina de mercado?

A semana foi marcada pela disciplina de mercado que, após a taxa de juros implícita do T-Bonds de 30 anos superar momentaneamente a taxa de 5,0% a.a., possivelmente impôs uma trégua nas disputas das tarifas comerciais. Ainda sem impacto das tensões, a inflação corrente nos EUA em março surpreendeu positivamente os analistas de mercado. Contudo,Continue reading “Disciplina de mercado?”

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