Skip to content

Atividade forte no 1T26, mas desaceleração continua

• Uma leitura mais favorável para o conflito no Oriente Médio aumentou o apetite de risco na semana. O preço do barril de petróleo tipo Brent apresentou queda de -11,10% e o rendimento da treasury de 10 anos caiu em -0,11 p.p. para 4,45% a.a.. Contudo, a inflação persistente e a resiliência da atividade sustentam as apostas na manutenção e uma eventual elevação na taxa básica de juros. Mesmo com o Dollar Index caindo na semana, o real manteve-se estável.
• Embora o PIB tenha crescido consideravelmente no 1T26, a desaceleração da economia permanece, ainda que possa ser mais gradual do que a antecipada, com a variação acumulada em 4 trimestres saindo de 2,3% a.a. no 4T25 para 2,0% a.a.. Com alguns sinais de acomodação, a taxa de desemprego elevou-se para 5,8% no trimestre findo em abril e houve redução no ritmo de contratações no mercado formal de trabalho.
• Apesar da queda na alta mensal do IPCA-15, a inflação aumentou de 4,37% a.a. em abr/26 para 4,64% a.a., superando o teto da meta. Similarmente, o IGP-M acelerou de 0,61% a.a. para 1,95% a.a.. Com o balanço de riscos negativo, a dinâmica continuará pressionada no curto prazo. O superávit primário de abril não alterou o cenário para as contas públicas. Em contrapartida, o déficit externo continua totalmente financiado pelo IDP.
• Na agenda, destaques para a produção industrial e balança comercial. No front externo, atenções aos números do payroll e Livro Bege do Fed.

Sim 0
não 0

Compartilhe:

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *