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Termômetro do Crédito: Desaceleração e deterioração

• O mercado para as operações de crédito do SFN continuou exibindo desaceleração em abril. Nas modalidades para as famílias, houve de forma positiva um arrefecimento no avanço das linhas emergenciais, que continuam apresentando um cenário desafiador no que tange à evolução da inadimplência e à deterioração da qualidade das carteiras de empréstimos. Ademais, o nível de endividamento e comprometimento da renda reduziram-se ligeiramente na margem.
• Além de avançar em ritmo mais intenso, substituindo as linhas com RL para empresas, os instrumentos de mercado de capitais (debêntures, notas comerciais e títulos securitizados) apresentaram uma reaceleração no ritmo de expansão.
• Apesar do recente ciclo de afrouxamento monetário, o ambiente segue marcado por taxas de juros em níveis recordes (média de 33,8% a.a.) e por condições financeiras restritivas que agravam o cenário de elevado endividamento de famílias e empresas.
• Por fim, o Comef recomendou em ata que o atual ambiente requer cautela e diligência nas concessões de crédito. Porém, o SFN exibe resiliência, amparada por níveis de capitalização e liquidez superiores aos requerimentos prudenciais e capazes de sustentar cenários de estresse.

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