Exibindo uma elevação de 15,7% frente a igual período do ano anterior, as emissões acumuladas em instrumentos financeiros no mercado de capitais alcançaram o recorde histórico de R$ 180,1 bilhões no 1T26, com as modalidades de renda fixa mostrando-se como uma alternativa relevante de captação para as empresas não financeiras.
Mesmo com uma redução de -4,0% a.a., as debêntures continuaram como principal instrumento, com o foco dos recursos em investimentos e infraestrutura e a predominância de operações indexadas ao DI+Spread e à preços.
As notas comerciais ganharam tração, com um crescimento de 31,2% a.a., ao mesmo tempo, no mercado de securitização, os FIDCs se destacaram com uma expansão de 37,8% a.a..
As emissões de instrumentos híbridos (FII e FIAGRO) registraram uma alta acentuada de 138,2% a.a., refletindo maior apetite por estruturas que combinam características de renda fixa e variável.
No mercado externo, as emissões recuaram de forma significativa em relação ao 1T25 (-23,6%) e ficaram concentradas em títulos de dívida.


