No dia 18, a ABBC participou da cerimônia de entrega do Selo de Prevenção a Fraudes 2025, promovida pela Fin (Confederação Nacional das Instituições Financeiras). Representada por Felipe Natale, superintendente Jurídico e Legislativo, a entidade reforçou seu compromisso com a proteção do sistema financeiro. Além disso, a certificação reconheceu 22 instituições por adotarem práticas avançadas de prevenção e controle de fraudes.

Por outro lado, o selo, lançado em 2023, evoluiu em relação à edição anterior, coordenada pela Febraban, ao incluir fintechs e instituições de pagamento entre as certificadas. Consequentemente, essa ampliação demonstra o esforço conjunto do setor para fortalecer a segurança e a confiança no ambiente financeiro.

Instituições certificadas e rigor do processo
As instituições certificadas neste ano foram CloudWalk, Nubank, PicPay, Efí Bank, Unicred, Porto Bank, Banco BS2, Banco Votorantim, C6 Bank, Banco do Brasil, Banco Inter, Itaú, Banco Pan, Banestes, Bradesco, BBDC4, BRB, Caixa, Paraná Banco, Santander, Sicoob, Sicred e Banco XP.
Além disso, segundo a Fin, as instituições financeiras passaram por um rigoroso processo de avaliação, que envolveu mais de sete mil horas de análise. Por consequência, esse esforço garantiu critérios elevados e engajamento do setor. De acordo com a diretora-superintendente da Fin, Cássia Botelho, “foi um processo árduo, que promoveu todo o engajamento do setor”, afirmou após entregar os selos.

Desafios crescentes e papel do selo
Felipe Natale destacou que 2025 evidenciou a relevância da iniciativa diante do aumento das fraudes sofisticadas. De fato, “os fraudadores evoluíram em métodos e velocidade, exigindo respostas firmes e coordenadas. Por isso, o selo estabelece parâmetros elevados de conformidade e orienta o setor na construção de processos robustos e de uma cultura permanente de prevenção”, afirmou.
Impacto para o consumidor e para o mercado
Além disso, com práticas mais maduras e cooperação entre instituições, o selo contribui diretamente para reduzir vulnerabilidades, proteger o consumidor e garantir a estabilidade do sistema financeiro.















