Em novembro, o saldo total de crédito do SFN cresceu 0,9%, com elevações de 1,2% nos empréstimos para as famílias e de 0,3% para as empresas.
Respondendo aos efeitos defasados da política monetária em nível bastante contracionista e à desaceleração da atividade econômica, a expansão anualizada desacelerou de 10,2% a.a. em out/25 para 9,5% a.a. em novembro.
Na margem, as concessões totais nominais recuaram 6,6%, com a variação do acumulado em 12 meses cedendo de 9,7% a.a. para 8,9% a.a.
A taxa média de juros das novas operações aumentou 0,1 p.p. na margem, para 31,9% a.a. (+3,5 p.p. em 12 meses).
A inadimplência da carteira total (atrasos >90 dias) ficou estável em 3,8% (+0,7 p.p. em 12 meses).
O mercado segue sustentado por programas governamentais para empresas e linhas de consumo para famílias, mas com piora na qualidade da carteira (maior participação de linhas rotativas).