
O Banco Central publicou no BC Blog o artigo técnico “Consequências Redistributivas do Teto de Juros do Consignado”, assinado por pesquisador da instituição.
O conteúdo reflete exclusivamente a visão do autor, conforme orientação editorial do blog, mas apresenta análises baseadas em dados oficiais que contribuem para o debate sobre o teto de juros do crédito consignado.
Impactos da redução do teto
O estudo mostra que a redução do teto em março de 2023 provocou forte retração na oferta de crédito. Houve queda de 35% no número de empréstimos, 37% na quantidade de devedores atendidos e redução de 12% no volume total concedido.
Além disso, os efeitos foram mais intensos entre beneficiários vulneráveis, como idosos acima de 65 anos e pessoas com renda de até um salário mínimo, configurando um impacto regressivo.
Conexão com preocupações da ABBC
Essas evidências dialogam com as preocupações que a ABBC vem apresentando nos últimos anos: a necessidade de calibrar tecnicamente os tetos de juros para preservar o acesso ao crédito e evitar a exclusão de consumidores que dependem do consignado como alternativa segura e previsível.
Compromisso com um debate qualificado
A ABBC reforça seu compromisso com um debate técnico e equilibrado, que combine proteção ao consumidor, sustentabilidade operacional e inclusão financeira.
Para acessar o artigo completo, clique aqui: Consequências Redistributivas do Teto de Juros do Consignado.
Link para o artigo original: Consequências Redistributivas do Teto de Juros do Consignado


