Alinhando-se ao arrefecimento nas concessões de crédito e à taxa real de juros em patamar contracionista, o ritmo de expansão das captações das instituições financeiras reduziu-se no semestre, saindo de 16,1% a.a. em dez/24 para 13,8% a.a. em jun/25. Paralelamente, o custo de captação das IFs nas operações com recursos livres acumulou um incremento menor do que o verificado na taxa básica de juros, subindo 2,6 p.p. desde ago/24, ante um aumento de 4,5 p.p. na Selic.
No semestre, a participação do estoque de instrumentos tradicionais como CDB e RDB, em relação à captação total, reduziu-se em 1,7 p.p.. Essa perda de representatividade foi compensada pelo avanço de 0,8 p.p. no saldo de Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e de 0,6 p.p. no de Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), graças às alterações normativas que reduziram, a partir de mai/25, os prazos mínimos das operações.


