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ABBC Destaca

Comportamento Semanal de Mercado | 06 a 14 de setembro de 2018

IBC-Br diverge das pesquisas do IBGE
 
A despeito das tensões latentes, a comunicação de alguns Bancos Centrais favoreceu uma melhora relativa no apetite ao risco. O BCE manteve sua taxa básica de juros, reafirmando o seu compromisso de reduzir as compras de ativos até o final desse ano. A manutenção do otimismo quanto à evolução da economia dos EUA, com a divulgação do livro Bege, levou à alta de 0,05 p.p. no retorno das T-notes de 10 anos para 2,99% a.a.. O EMBI, que mede o spread dos retornos de títulos soberanos de países emergentes, caiu 20 pts. para 407 pts. O índice das moedas emergentes exibiu na semana uma alta de 0,96%, beneficiando-se da apreciação da Lira turca. Porém, em relação ao real, o dólar subiu 2,81% para R$ 4,17, com movimento motivado pelo cenário político. A taxa real de juros ex-ante caiu 0,04 p.p. para 4,10% a.a.. Por fim, os dados internos da atividade apontaram sinais contrários em julho. Apesar das retrações mensais nas pesquisas do IBGE, de 2,22% na de Serviços, de 0,54% no Comércio Restrito e de 0,22% na Produção Industrial, o indicador de atividade do Banco Central (IBC-Br) mostrou uma alta de 0,57%, nas séries dessazonalizadas.
 
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