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ABBC Destaca

Metodologia de cálculo para o NFSR

O Banco Central (BC) aprovou a Circular nº 3.869 que estabelece a metodologia de apuração e dispõe sobre a divulgação de informações relativas ao indicador Liquidez de Longo Prazo (NSFR), em consonância com a Resolução nº 4.616/2017 do CMN. Adicionalmente, o normativo promove alterações na Circular nº 3.749/2015 que versa sobre o indicador de Liquidez de Curto Prazo (LCR).
 
O NFSR tem como objetivo mitigar o risco de liquidez de longo prazo, reduzindo a probabilidade de que interrupções no acesso às fontes regulares de captação possam comprometer a posição de liquidez das instituições financeiras. O requerimento para o NSFR será aplicável somente às instituições financeiras integrantes do segmento S1 (bancos de maior porte e complexidade), entrando em vigor em 1º de outubro de 2018, quando as instituições deverão cumprir permanentemente o limite mínimo de 1.
 
Relembrando o NSFR corresponde à razão entre o montante de Recursos Estáveis Disponíveis (ASF) e o montante de Recursos Estáveis Requeridos (RSF) das instituições financeiras. O montante de ASF corresponderá ao somatório da multiplicação dos saldos dos elementos registrados no passivo e no patrimônio líquido dos balanços patrimoniais pelos respectivos Fatores de Ponderação de Recursos Disponíveis (FAS). Já o total apurado para o RSF deverá ser igual ao somatório da multiplicação dos saldos dos elementos registrados no ativo e das exposições não contabilizadas pelos respectivos Fatores de Ponderação de Recursos Requeridos (FRS). As informações devem ser encaminhadas ao BC conforme modelo padrão definido na circular e o diretor para gerenciamento de riscos (CRO) é responsável por essas informações.
 
Fonte: Banco Central do Brasil

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