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ABBC Destaca

Endividamento das Famílias

Cenário econômico percebido ainda como pouco favorável
 
Em fev/17, o índice do Banco Central que mede o nível de endividamento das famílias encerrou em 41,8% da sua renda, patamar semelhante ao verificado em dez/11. Na margem, observou-se uma retração de 0,2 p.p.. Iniciado em out/15, o processo de desalavancagem das famílias prossegue. Desconsiderada a participação do crédito habitacional, o processo é mais acentuado, encerrando fevereiro em 23,4%. A série do comprometimento da renda das famílias com o endividamento ficou em 21,2%, com uma retração de 0,3 p.p. na margem e de 0,8 p.p. em relação ao mesmo período de 2016. Após um período em elevação, a participação dos juros no comprometimento da renda exibe relativa acomodação. A pesquisa da CNC indica que a intenção de consumo das famílias mantém-se em níveis mais baixos. Comportamento semelhante é verificado para o indicador de renda atual. O prolongado período recessivo, caracterizado pelo forte crescimento da taxa de desemprego, pela queda da renda real e pela elevação do risco de inadimplência, tem impacto significativo sobre a demanda e oferta por crédito. A expectativa é de que no médio prazo a queda mais intensa dos juros básicos e a desaceleração da inflação possam reverter esse quadro.
 
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